quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Sou uma embaixadoraaaa

     Gente, a minha empresa linda de intercâmbio (A STB), me convidou para participar do blog do embaixador STB. Enfim, eu escrevi e foi basicamente um resumo de tudo o que já aconteceu. Aqui está:


     Olá pessoas!! Meu nome é Natália Xavier Coelho, tenho 16 anos e nesse exato momento estou em um intercâmbio em Morgantown, nos EUA!!! Bom, estou aqui para falar um pouco de como está sendo. Das experiências e tudo mais.
      Vamos começar então com as primeiras semanas. Tenho que admitir que, mesmo eu não tendo chorado quase nada (ao contrário da cachoeira que eu imaginava), foi um drama, literalmente. Eu não cnhecia ninguém, não sabia as regras da família, sentia falta da minha família, amigos e cachorros e acima de tudo, sentia falta de entender o que as pessoas falam.
     Nos primeiros dias, eu só concordava com o que diziam, porque eu simplesmente não entendia nada. A situação era cômica, e mesmo quando perguntavam como eu estava, eu simplesmente concordava.  Mas pelo menos, em pouco tempo, eu consegui reverter a situação.
     O primeiro dia de aula foi assustador. Era difícil pensar que eu estava indo para o mesmo tipo de escola que tantos filmes tratam de forma tão assustadora. Mas, estou aqui há mais de dois meses e ainda não me empurraram contra a parede, então acho que estou bem. As minhas matérias não podiam ser mais incríveis. Teatro, Jornalismo... Eu comecei aos poucos a me apaixonar por essa escola.
     As regras da família eram confusas e difíceis de se descobrir, mas ao poucos eu fui entendo o que a mãe queria que eu fizesse e isso está deixando o grande drama d começo já de lado. Por sorte, não tive que passar por tudo isso sozinha. Uma intercambista do Vietnã também está comigo na casa e isso deixa as coisas um pouco mais fáceis. Tenho então agora 6 “irmãos”, sem contar com o meu do Brasil. E sendo sincera, ter um irmão na incrível banda marcial da escola que toca toda sexta feira nos jogos de futebol americano, me deixa de certa forma, orgulhosa. Eu sou apaixonada por aquela banda.
     E foi em uma linda tarde de outono que eu basicamente confirmei que Brasil é meio que um país de futebol (obviamente, está longe de ser tudo que o Brasil é). Já que no final, a única jogadora que fez gol a aula inteira fui eu.
     Mas, o dia do *BAILE* estava chegando, e ao contrário de minha irmã vietnamita, eu não tinha um par. E então aconteceu meu primeiro “mico” internacional. Eu lindamente tentando convidar um menino para o baile. Ele trabalhava em um erstaurante que eu estava no momento indo jantar. Ele era, de certa forma, legal, e com influências de minhã irmã e (acredite se quiser) do meu pai americano, eu tentei convidá-lo para o baile. E, bom... Ele disse que não ia, o que educadamente foi um não. E isso, para quem já tentou convidar alguém para sair, é uma espécie de vergonha absoluta para todos que recebem uma negação.
     Resultado: Eu não tinha um par. Mas isso não me incomodou, já que não importava se eu tinha um par ou não, eu não estava sozinha. Eu tinha minhas amigas. E, no final, o baile era mais uma boate onde todos dançavam “dirty dance”, mas não filme.
     Festas de Halloween chegando e eu simplesmente estava exaltada. Se você acha que está grande demais para o “gostosuras ou travessuras”, você pnsará novamente na quatidade de chocolates, na vizinhança atrativa e nas decorações intermináveis que a minha cidade, e provavelmente todas as cidades americanas, tinha. Eu mesma estou ansiosa. Mas, as festas já começaram. Já fui em duas e ambas foram incrivelmente perfeitas em meu poder investido como juíza nesse texto. E acredite se quiser, o frio de -1 grau não estava me atrapalhando muito no momento. Eu estava ocupada demais aproveitando o concurso de fantasias (que por acaso, eu perdi). Mas o “tour” assutador que teve? Bom, eu filmei tudo e claramente conseguimos ver e ouvir xingamentos em inglês, pessoas correndo e os “monstros” assutadores.
          Não sei se estou comendo mais ou menos, mas sei que não estou em sentindo maior. Às veze consigo me sentir ainda mais magra e isso éótimo, considerando as comidas deliciosas e gordurosas ue meu paladar and saboreando, e eu não ligo muito agora se engordo ou não. Panquecas de chocolate são tudo de bom.
     Mas claro, há vários clubes no qual faço parte. Teatro, jornal, fotografia e serviçoes comunitario ocupam meu tempo antes e depois das aulas durante a semana, ams isso nem chega perto de me atrapalhar. São ativiades incrivelmente prazerosas (PERFEITAS) e minhas notas continuam ótimas.
      Mas, apesar de tudo, só tenho uma declaração:
     WHAT DOES THE FOX SAY?

Beijos de uma intercâmbista vivendo um sonho e informando os americanos que não falamos espanhol.


Nati =D

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